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19 de maio: “Dia Nacional de Doação de Leite Humano”

10 de maio de 2017

A doação de leite materno é responsável por salvar a vida de milhares de crianças internadas em UTIs Neonatal em todo o país. Sensibilizar a sociedade sobre a importância da doação de leite humano é o objetivo do Dia Nacional de Doação de Leite Humano, comemorado em 19 de maio. A data surgiu, também, como uma iniciativa a mais para proteger e promover o aleitamento materno.

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Diversas ações são realizadas em todo o país a fim de incentivar a doação de leite materno, promover debates sobre a importância da amamentação e da doação de leite humano. Além disso, o trabalho dos bancos de leite nos Estados e nos Municípios é divulgado.

Quem pode doar? Toda mulher que amamenta é uma potencial doadora de leite humano, basta estar com a saúde em dia. Esta atitude pode fazer a diferença na vida de muitas crianças.

Em Peruíbe – De 15 a 19 de maio, a equipe do Banco de Leite Humano de Peruíbe intensificará ainda mais o trabalho de atendimento, esclarecimento de dúvidas e orientações para as mães sobre a prática da amamentação e de como doar leite materno.

Homenagem – Durante a campanha, no dia 16 de maio, será realizada uma homenagem para as mães que doaram e que receberam leite materno para seus bebês, no Centro de Convivência do Idoso (CCI), em Peruíbe.  O evento tem a organização da equipe do Banco de Leite Humano de Peruíbe e do Fundo Social de Solidariedade.

Benefícios do Aleitamento Materno

A amamentação, como alimentação exclusiva até os seis meses de vida, traz benefícios únicos para a mãe e o bebê. Entre eles: reduz a incidência de câncer de mama; protege a mulher contra a osteoporose; aumenta o vínculo entre mãe e filhos; aumenta a resistência do bebê, reduzindo o aparecimento de doenças diversas doenças, como alergias respiratórias e alimentares, infecções, diarreia, otites (infecções de ouvido) e diminui a incidência de diabetes; entre outros.

 

Novidade no Centro Clínico – Em breve, o Centro Clínico Peruíbe contará com uma Sala de Apoio à Amamentação, um espaço dedicado para a mulher trabalhadora e/ou estudante que amamenta retirar e estocar seu leite, durante a jornada de trabalho, para dar ao seu filho em casa ou para aquela que deseja doar a um Banco de Leite Humano. Além disso, o local apoiará as mães com dificuldade para amamentar.

 

Abrace esta causa! Divulgue a importância da Doação de Leite Materno.

#DoaçãodeLeiteMaterno #DoeAmoreVida #Amamentação

Infância e o consumo de doces

19 de abril de 2017

Selecionamos, a seguir, um texto com informações muito importantes sobre o consumo de doces pelas crianças. Boa leitura!

Infância doce, com cuidado no açúcar

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Avó é mãe com açúcar.
Que beijinho doce que ele tem.
Mamãe passou açúcar em mim.
Isso é tão fácil quanto mamão com mel.
Ele é uma pessoa tão doce.

O açúcar e o doce estão sempre relacionados a coisas boas e positivas, sensações agradáveis e lembranças gostosas. Culturalmente e através dos tempos, a doçura é sempre elogiada, estimulada e melhor aceita do que seu oposto: o amargo. Mas será que isso é sempre verdade? Doçura sempre é favorável, mesmo em forma de açúcar?

A infância é um período muito bom na vida da criança, com muitas brincadeiras e muita alegria. Porém, associar satisfação ao consumo de alimentos doces é um equívoco. Uma vez que a criança não entre em contato com o doce artificial dos açúcares, ela pode sempre gostar do doce natural dos alimentos e das frutas.

A alimentação, principalmente no primeiro ano de vida, é fator determinante na saúde da criança. Por isso, é importante o conhecimento correto e atualizado acerca do assunto, principalmente após os seis meses de aleitamento materno exclusivo, no momento da introdução dos novos alimentos (alimentação complementar), que determinarão os hábitos de vida para o resto da vida desta criança e do adulto.

A criança nasce com capacidade para identificar quatro sabores: doce, salgado, amargo e azedo. Quem determina essa diferença são as papilas gustativas que estão distribuídas ao redor da língua da seguinte forma: doce na ponta, amargo no fundo e salgado e azedo nas laterais. Pesquisas mostram que as crianças sentem o doce de forma mais agradável do que o amargo (apesar de existirem exceções). Só para ilustrar, essa é uma defesa do ser humano desde a pré-história, porque como muitos venenos têm o sabor amargo e as papilas gustativas sensíveis a esse sabor ficam no fundo da língua, a natureza deu a nós uma última chance de cuspir o veneno.

Coelhinho da Páscoa que trazes pra mim? Um ovo, dois ovos, três ovos assim!

Com a chegada da Páscoa, a preocupação sobre o consumo de açúcares e gorduras na forma do tão “querido chocolate” aumenta, especialmente para os pediatras. Assim, é importante passarmos algumas informações e orientações sobre este tema, para conhecimento das mães, pais e avós, de forma simples e clara.

Em 2015, a Organização Mundial de Saúde (OMS) emitiu uma diretriz a respeito do consumo do açúcar (Sugars intake for adults and children), recomendando fortemente a redução, tanto em adultos como em crianças, da ingestão de açúcares livres para menos de 10% da ingestão total de energia e que até dois anos de idade não seja usado nenhum açúcar de adição. Os açúcares livres incluem monossacarídeos e dissacarídeos adicionados aos alimentos e bebidas pelo fabricante, cozinheiro ou consumidor e açúcares naturalmente presentes no mel, xaropes (de milho), sucos de frutas, mel ou melaço e concentrados de suco de frutas.

Essas recomendações basearam-se na totalidade das evidências revisadas sobre a relação entre ingestão de açúcares livres e peso corporal (evidência de qualidade baixa e moderada) e cárie dentária (evidência de qualidade muito baixa e moderada). Essa orientação cabe também – e especialmente – aos pediatras, desde a primeira consulta ainda no último trimestre do pré-natal da gestante (a partir da 32ª semana de gestação), assim como em todas as consultas de puericultura.

Dados de uma pesquisa realizada no Brasil, em 2008/09 pelo IBGE, verificou que uma boa parte dos açúcares consumidos pela população brasileira está “escondida” em alimentos ultra processados, como refeições prontas, temperos, sucos industrializados e refrigerantes. O açúcar presente naturalmente nas frutas, verduras, legumes e leite fresco não deve ser computados nesta restrição. O consumo destes alimentos in natura deve ser promovido e estimulado, para toda a população, em todas as faixas etárias.

Acima de dois anos, a quantidade máxima de açúcar de adição deve ser de até 25 gramas por dia (5% das calorias diárias ingeridas). Essa quantidade está contida, por exemplo, em aproximadamente 240 ml de refrigerante e em 40 gramas de chocolate ao leite.

Vale lembrar e reforçar que essa é uma recomendação baseada em estudos que mostram a influência negativa do abuso do açúcar na saúde infantil (sobrepeso, obesidade, cáries dentárias, entre outras) que pode trazer consequências tanto para as crianças quanto para os adolescentes e adultos.

Cuidar da saúde é importante, mas é difícil, requer atenção constante, cuidados regulares, apoio e informação. E quanto antes tivermos essa consciência, mais efetiva é a ação de promoção à saúde e prevenção de doenças.

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Relatores:
Dra. Cátia R.B. Fonseca e Dr. Yechiel Moises Chencinski

Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da SPSP.

Publicado em 13/04/2017.
photo credit: © Didesign021 | Dreamstime.com – Smiling Happy Mother And Child Enjoy And Eating Fruits Photo

Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.

Fonte: http://www.pediatraorienta.org.br/infancia-doce-com-cuidado-no-acucar/

Conteúdo Compartilhado

3 de abril de 2017

A fim de compartilhar informações interessantes e que façam a diferença no dia a dia dos bebês, mamães, papais e familiares, buscamos selecionar textos de outros blogs para dividir com você.
O post de hoje fala sobre livre-demanda na amamentação. O texto é leve, tranquilo e objetivo. Boa leitura!

 Até o Papa Francisco recomenda livre-demanda

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O papa Francisco defende que os bebês mamem ao seio em público e quando eles desejarem desde 2013 (entrevista ao jornal La Stampa), 2015 (batizado de 33 bebês) e agora, em 2017 (batismo de 28 lactentes no Vaticano). Dessa vez, completou com um comentário: “Como a cerimônia é um pouco longa, alguns podem ter fome. Se é assim, vocês, mamães, amamentem sem medo, com normalidade como a Virgem”.

Dentro do útero, o feto “se alimenta” através do cordão umbilical. O alimento chega ao feto o tempo todo, em “livre-oferta”. É assim que ele precisa. De repente, após o corte do cordão, como estabelecer horários e duração das mamadas para o recém-nascido?

LIVRE-DEMANDA: oferecer o seio diante do primeiro sinal de que o bebê quer mamar, mas respeitar se ele não quiser. Não estabelecer horário para as mamadas e deixá-lo mamar durante o tempo que ele desejar. Aos poucos, o lactente estabelece um ritmo próprio das mamadas, inclusive à noite.

O Outono chegou: hora de redobrar os cuidados com o narizinho do bebê

24 de março de 2017

O outono chegou há poucos dias. O vento mudou, os finais de tarde, principalmente, já estão mais frescos. É hora de dar uma atenção especial ao nariz do seu bebê.

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Medidas simples podem evitar complicações respiratórias como aplicar, duas vezes por dia (pela manhã ou à noite), soro fisiológico ou outro semelhante no nariz do bebê. Isso ajuda a hidratar o nariz e previne que ele fique congestionado.

Se o bebê estiver roncando ou com o nariz entupido, a aplicação deve ser de uma em uma hora ou a cada duas horas. Muitos problemas são evitados com esta medida simples e eficaz, pois o nariz é a porta de entrada para diversos problemas, como inflamação na garganta, por exemplo. Isso porque, com o narizinho entupido, o bebê respira pela boca, ressecando-a e favorecendo a entrada de bactérias.

Além disso, nariz bem cuidado evita que o catarro “desça” para o pulmão, provocando pneumonia ou agravando problemas respiratórios como rinite alérgica ou asma.

Consulte o pediatra e tire suas dúvidas, lembrando: a nova estação chegou, vale a pena dar uma atenção especial ao nariz do bebê!

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16 de março de 2017

Escolhemos para o Post de hoje duas imagens relacionadas a um tema que abraçamos, apoiamos, promovemos e incentivamos: a Amamentação.

A primeira é sobre doação de leite materno, que pode ajudar muitas mães e seus bebês.

A segunda, vem com um pequeno texto que fala por si mesmo.

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Compartilhando informações valiosas sobre Amamentação

3 de março de 2017

Mais uma vez, escolhermos um texto do  Blog Pediatra Orienta, Coluna “Momento Saúde” para compartilhar com  vocês. Desta vez, o tema fala se o leite materno dá conta de fazer o seu bebê crescer e engordar. Confira:

 

Leite materno engorda e faz crescer, viu?

O leite materno (LM) é o único alimento necessário até os 6 meses, o principal entre 6 meses e 1 ano e, a partir daí, passa a ser complementar até 2 anos ou mais.

Bebês nascem, em média, com 3 kg e 50 cm e chegam ao final de um ano com 9 kg e 75 cm (gráfico da OMS). Nos primeiros 6 meses, em aleitamento materno exclusivo, eles ganham 4 kg e 15 cm e depois, de 6 meses a um ano, 2 kg e 10 cm. Ou seja, quando se introduz a alimentação complementar, eles passam a crescer MENOS e NÃO MAIS, como muita gente pensa.

Iniciar a alimentação complementar aos 6 meses diminui os riscos de obesidade infantil, alergias alimentares, prisão de ventre e desmame precoce para as crianças e de câncer de mama e ovários para as mães.

INTRODUÇÃO ALIMENTAR: O bebê está preparado para começar a se sentar, comer e digerir adequadamente os alimentos oferecidos só a partir do 6º mês. Não tenha pressa.

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Relator:
Departamento Científico de Aleitamento Materno

Publicado em 01/03/2017.
Photo credit: Frantisek_Krejci | Pixabay.com

Fonte: Blog Pediatra Orienta  http://www.pediatraorienta.org.br/momento-saude-aleitamento-materno-3/

Regras demais na amamentação só atrapalham!

3 de fevereiro de 2017

Compartilhando…

O Post de hoje é um compartilhamento de um texto sensível e esclarecedor sobre amamentação e as incontáveis normas e informações que cercam as mamães. Boa leitura!

Regras demais na amamentação só atrapalham!

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Tenho me deparado diariamente com mães que apresentam muitas dúvidas sobre técnica de amamentação: quantos minutos deve deixar o bebê mamar, se deve oferecer uma mama ou ambas, se são necessárias várias mamadas do mesmo lado para realmente esvaziar a mama, de quantas em quantas horas os bebês precisam mamar, se eles precisam arrotar, se eles podem ficar no colo, quantos minutos…. são muitas questões que abalam o emocional da mãe, que acredita não ser boa o suficiente se não fizer tudo nos mínimos detalhes.

Antes da interferência da indústria de fórmulas e bicos artificiais, as mulheres amamentavam e não apresentavam tantos problemas e dificuldades como verificamos hoje. Elas seguiam muito mais seus instintos e estavam tranquilas para darem atenção aos sinais de seus bebês. Não havia pessoas em volta para dar dicas e sugestões, muitas vezes tão diferentes e até contraditórias. Sua avó havia amamentado, sua mãe também, e assim tudo seguia em paz. A mulher contava com rede de apoio familiar, especialmente das mulheres, que auxiliavam nos cuidados com o bebê.

Nosso tempo é muito diferente: as mulheres pouco tiveram acesso a outras mães amamentando, como sua própria mãe ou avó; a rede de apoio ficou escassa e muitas vezes a mulher necessita de ajudantes contratadas; ela precisa voltar ao trabalho, as informações estão disponíveis na internet, em livros, em artigos de revistas e em todo tipo de pessoas que entrem em contato com ela: profissionais, outras mães, familiares e cada um fala uma coisa. É muito angustiante para a mulher conseguir discernir qual a orientação correta, como proceder para ser uma boa mãe. Essa é a maior auto cobrança da mulher.

Tive pacientes que adotaram um caderno para anotar o lado, os minutos e os intervalos de mamadas, quantas vezes o bebê havia evacuado, urinado, vomitado, etc. O pior é que isso confunde e deixa a mãe extremamente ansiosa, preocupada, insegura.

Para uma amamentação bem-sucedida, é necessário que a mãe e o bebê estejam em sintonia, contato, a mãe tenha condições para dar atenção aos sinais do bebê, e assim responder às suas necessidades. Para isso, é importante que ela saiba que não há regras fixas e rígidas na amamentação. O importante é deixar fluir a relação entre ambos, dar tempo para o bebê aprender a mamar e para a mãe aprender a interpretar os sinais de seu filho.

Dessa forma, minha recomendação é para não se fixar em tempos, durações, prazos ou intervalos. Algumas dicas para a mãe ficar mais tranquila:

– Se seu bebê mama de um lado e fica satisfeito, é disso que ele precisa; se ele mama de um lado e mostra sinais de que ainda necessita de leite, ofereça o outro lado.

– O bebê chora por várias razões e não apenas por fome; se ele mamou, verifique outras questões (frio, calor, desconforto, sono, necessidade de contato).

– O choro excessivo, que não cessa quando a mãe supre suas necessidades, requer diagnóstico e tratamento médico. Se seu bebê mudou de comportamento e você não compreende a causa, faça uma consulta.

– Deixe o bebê ditar, no início, os horários que quer mamar; isso é livre demanda! Quando ele tem fome, acorda e chora. Não acorde seu bebê desnecessariamente (a menos que haja indicação profissional para tal, como por exemplo quando ele não está ganhando peso). Deixe-o dormir o que necessita, pois o sono tão importante para o desenvolvimento quanto o alimento.

– Deixe-o mamar por quanto tempo desejar. No início os bebês mamam com maior frequência e podem ficar mais tempo mamando, tanto para aumentar a produção de leite quanto porque estão aprendendo a sugar; com o passar dos meses, a produção se adapta às suas necessidades e o padrão de sucção está mais maduro, então ele pode começar a mamar por poucos minutos. Se ele está ganhando peso, com bom padrão de sono, com urina frequente e clara e bom desenvolvimento, não há necessidade de forçá-lo a mamar por mais tempo.

– Você pode colocá-lo para arrotar no colo, mas o bebê amamentado não necessariamente arrota, pois deglute menos ar (ou nenhum). Se ele está calmo e bem, pode ficar tranquila.

– Não precisa pesá-lo compulsivamente: se ele está com boa pega, extraindo leite, com urina frequente, fezes amareladas, tranquilo, ativo e não está doente, a pesagem pode ser realizada mensalmente (salvo em casos de perda ou manutenção do peso, situação em que o médico fará acompanhamento mais frequente).

Essas são apenas algumas dicas para transformar a maternidade e a amamentação em algo mais leve, prazeroso e tranquilo. Procure ajuda de um profissional qualificado caso haja dúvidas, mas deixe-se guiar pela sua compreensão e conhecimento do seu bebê!

Fonte: Prolactare.com (http://prolactare.com/amamentacao/regras-demais-na-amamentacao-so-atrapalham)

Consulta na 32ª semana de gestação

31 de janeiro de 2017

Fonte: Blog Pediatra Orienta SPSP (Sociedade de Pediatria de São Paulo)

post-22Imagem: Pixabay

Qual é a importância da consulta na 32ª semana de gestação? Por que o empenho para que seja rotineira nos consultórios pediátricos? Vivemos um momento médico/ obstétrico com crescente número de intervenções cesarianas, chegando a cifra de quase 90% nas maternidades particulares. São justificativas nem sempre convincentes (família escolhe a data; evitar grandes feriados etc.). Segundo a SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA esse fato traz um aumento de morbidades colocando em risco o trinômio Mamãe- Papai- Bebê. Cresce o número de prematuros tardios, com o nascimento de um bebê que não está “pronto”. Compromete então um desenrolar mais natural do momento peri-parto:   o contato pele a pele, o sugar em sala.  O bebê não suga adequadamente, é mais sonolento, acaba fazendo icterícia, aumentam os dias de internação culminando com o bebê separado de sua mãe. Perde-se então parte ou até toda a amamentação com a introdução precoce de complemento com leite artificial.

Desde 2014 a tabela CBMHB reconhece como procedimento do pediatra o “Atendimento pediátrico a gestante  (3º trimestre)” com código 1.01.06.04-9.

Isso vem de encontro à necessidade de melhora de nossos índices de Aleitamento Materno. Nesta consulta a mãe vem a procura do pediatra para seu bebê. Apoiamos e abraçamos esta família, esclarecendo dúvidas. Soma-se a esse fato o esclarecimento de uma inundação de informações nem sempre adequadas que a mãe nos traz:  internet, curiosas, parentes, todos muito bem-intencionados, porém sem o adequado preparo, trazendo insegurança à família. O pediatra é o profissional habilitado e treinado para entrar nas casas e auxiliar em um momento delicado, cercado de inseguranças como o gerar e nascer um filho.

Quantos de nós pediatras, não atendemos em primeira consulta e somos surpreendidos por um bebê já recebendo complemento ficando exposto a atopias Como é grande a dificuldade que temos em empodeirar essa mamãe para então trazer o binômio Mãe-bebê a condições ideais.

Alimentação Saudável: compartilhando matéria sobre o açúcar presente nos alimentos

13 de janeiro de 2017

Dividir com vocês informações úteis sobre alimentação saudável é um dos objetivos do nosso Blog. Pensando nisso, selecionamos a matéria a seguir para deixar você por dentro de um assunto bem sério: o açúcar que está “camuflado” nos alimentos.

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Imagem: Pixabay

Clique no título e confira a matéria completa. Boa leitura!

 

As fotos que mostram o açúcar oculto em sua comida

Fonte: El País

Projeto denuncia a quantidade de açúcar presente em produtos industrializados

Aviso: um iogurte “de frutas” pode conter até quatro cubos de açúcar

32ª Semana de Gestação e Consulta com o Pediatra

27 de dezembro de 2016

Você sabia que deve consultar o pediatra ainda durante a gestação? A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda uma consulta com o pediatra a partir da 32ª semana de gestação. Entenda a importância disso.

post-19-pixabayFoto: Pixabay

O pediatra e presidente da Sociedade de Pediatria de São Paulo, Dr. Moises Chencinski, destaca que Nessa consulta, além de ajudar nas dúvidas que surgem depois da saída da maternidade, o pediatra explica sobre: vacinação do bebê, vacinação da mamãe e aleitamento.

Fora estas orientações, o pediatra pode tentar tirar dúvidas que aparecem na gestação e que a mãe chega na maternidade com elas, colocando a amamentação em risco. Cuidados com o bebê logo após o parto também são parte desta consulta com o pediatra, entre outras informações como o melhor tipo de alojamento para o bebê ao nascer, que é o alojamento conjunto, ou seja, mãe e filho ficam juntos no mesmo quarto desde o nascimento. Isso evita que o bebê vá para o berçário e tome fórmulas infantis.

Esta consulta é importante, também, para que a mãe e o pediatra se conheçam e interajam sobre assuntos relacionados ao bebê mesmo antes do seu nascimento.

Durante esta consulta, o pediatra deve verificar se alguma intercorrência na gravidez pode influenciar a saúde da criança, através dos exames realizados no pré-natal. Além disso, vai procurar saber dos fatores emocionais dos pais, se a gestação foi programada e os medos e anseios relacionados à maternidade.

Por isso, procure o seu pediatra de confiança desde a 32ª semana de gestação. Este momento é essencial para você se sentir segura com o profissional que cuidará do seu filho.