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Apoio do pai faz toda a diferença após a chegada do bebê

23 de novembro de 2016
Foto: Pixabay

Foto: Pixabay

Quando o bebê nasce, o papel da mãe geralmente é muito mais claro do que o do pai. Muitos se perguntam: o que devo fazer? Onde eu me encaixo nesta nova fase de vida?

O papel do pai é apoiar a mãe nos cuidados com o bebê, incluindo a amamentação. Neste sentido, estudos apontam que as mulheres têm muito mais sucesso ao amamentar quando são apoiadas pelos seus companheiros, familiares e amigos.

Principalmente nos primeiros meses após o nascimento do bebê, a mulher pode se sentir exausta e tudo o que fizer para ajudar faz a diferença: auxiliar nos serviços de casa, cuidar dos filhos mais velhos, providenciar as refeições, dar atenção para as visitas. Além disso, uma dose extra de paciência, tolerância e atenção fazem parte do papel dos papais.

Buscar informações de fontes confiáveis sobre cuidados com o bebê, amamentação, entre outras, que sejam úteis no dia a dia com o filho também ajuda as mamães a se sentirem mais seguras e tranquilas.

Fora isso, mesmo quando não souber exatamente o que fazer, estar perto, acolher e abraçar são as principais missões dos papais e que farão total diferença na vida dos bebês e das suas mulheres!

Amamentar é…

24 de outubro de 2016

No post de hoje escolhemos uma imagem que traduz um pouco o significado de mamar no peito, que vai além de simplesmente alimentar o bebê.

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Até o próximo post! Mande suas sugestões.

“A CHUPETA: O que toda mãe (e pai) deveria saber antes de oferecer uma chupeta para o seu bebê” (Resumo) – Parte 2

21 de setembro de 2016

Hoje daremos continuidade ao post anterior, com informações valiosas que ajudarão você a decidir sobre oferecer ou não a chupeta ao seu bebê.

 

A chupeta não é menos nociva do que o dedo: O bebê chupa o dedo desde a barriga e, durante o seu desenvolvimento, especialmente nos períodos de desconforto e irritação provocados pela erupção dentária (que inicia a partir dos 4-6 meses até em torno dos 3 anos, quando a dentição decídua está completa), é normal que ele leve um ou mais dedos à boca. Nessa fase devemos proporcionar variedade de estímulos, como alimentos de consistência dura, mordedores, além de brincadeiras diversas, atenção, carinho, paciência e peito; a fim de que o hábito cesse espontaneamente.

 

Os bicos ortodônticos prejudicam mais no aspecto funcional do que os convencionais: Não existem evidências que comprovem substancialmente a existência de vantagens reais nos bicos anatômicos ou ortodônticos. Embora sejam potencialmente menos nocivos em relação às alterações dentárias, chupetas ortodônticas mantêm o dorso ainda mais elevado e a ponta da língua ainda mais baixa e mais posteriorizada do que o bico comum.

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Representa uma das causas da Síndrome do Respirador Bucal: Quando a criança respira pela boca pode ter o seu desenvolvimento comprometido pelas inúmeras consequências que isso acarreta ao organismo como um todo. O ar inspirado pela boca não sofre o processo de filtragem, aquecimento e umedecimento fisiológicos, deixando o sistema respiratório mais vulnerável a doenças em geral, além de outras consequências como alterações posturais.

 

Cria-se um hábito de difícil remoção: A remoção repentina ou abrupta da chupeta pode gerar efeitos psicológicos complexos e que pode levar à substituição por hábitos de sucção de dedo, lábio, língua, roer unhas ou outros. Esses hábitos podem ser substituídos ao longo da vida por comer, fumar ou outros transtornos compulsivos, segundo a teoria psicanalítica (freudiana).

 

 “Chupetar” peito não existe!  Dizer que o bebê está fazendo o peito de chupeta (“chupetando”), quando na verdade ele está mamando constitui um erro semântico; já que mamar constitui um ato complexo que envolve, não apenas extrair o leite, mas também sugar, estar em contato íntimo com a mãe, e sentir todas as sensações orgânicas e psico-afetivas envolvidas, com suas respectivas repercussões.

 

Considerações sobre a toxicidade e segurança da chupeta: Durante o processamento da borracha natural e a criação da sintética, várias substâncias são adicionadas ao látex com o intuito de conferir maior elasticidade. Em contato com a saliva, esses produtos podem trazer riscos à saúde; além da possibilidade de existirem crianças alérgicas ao látex. Como qualquer outro objeto levado à boca, a chupeta pode servir de veículo para infecções diversas (otite, candidíase, cáries, etc). Outros riscos potenciais são o de acidentes, obstrução das vias aéreas e estrangulamento por cordas amarradas na chupeta.

 

A necessidade de sucção do bebê deve ser suprida no peito: Se o bebê for amamentado e não houver interferências negativas, o próprio desenvolvimento e amadurecimento neuro-funcional se encarregará de fazer com que a necessidade neural de sucção se esgote espontaneamente em torno do final da fase oral. Portanto, nada substitui o ato de mamar no peito, pelo aporte nutricional e imunológico do leite materno, pela troca de afetividade entre mãe e filho e pelo mecanismo de sucção exclusiva que este propicia para um perfeito desenvolvimento. A decisão de introduzir ou não chupeta é da família. Mas cabe aos profissionais oferecerem aos pais subsídios para que tomem uma decisão consciente e informada a esse respeito.

 

Autoria: Andréia Stankiewicz, mãe de Luiza, 3 anos e Pedro, 1 ano; cirurgiã-dentista especialista em odontopediatria e ortopedia funcional dos maxilares, membro do Núcleo de Estudos em Ortopedia dos Maxilares e Respiração Bucal (NEOM-RB).

 

Revisão final: Antonio Fagnani Filho, cirurgião-dentista ortopedista funcional dos maxilares, ortodontista e homeopata, professor de pós-graduação, membro do Núcleo de Estudos em Ortopedia dos Maxilares e Respiração Bucal (NEOM-RB) e da Associação Brasileira Do Sono.

 

Fonte: http://www.cientistaqueviroumae.com.br/blog/textos/chupeta-o-que-toda-mae-e-pai-deveria-saber-antes-de-oferecer-uma-para-seu-bebe-por-andreia-stankiewicz

Chupeta: compartilhando conteúdo valioso sobre o tema!

9 de setembro de 2016

Hoje nosso post é o compartilhamento de alguns trechos de um artigo feito pela odontologista Andreia Stankiewicz e publicado no excelente Blog “Cientista que Virou Mãe”.  Confira informações valiosíssimas sobre o assunto.

Vamos dividir o tema em duas partes.  A seguir, a parte 1.

Parte 1

A CHUPETA: O que toda mãe (e pai) deveria saber antes de oferecer uma chupeta para o seu bebê” (Resumo) – Oferecer chupeta virou sinônimo de acalmar o bebê, deixando de lado as formas naturais e gentis de lidar com o choro e demandas do bebê. Além disso, a necessidade de sucção no peito passou a não ser plenamente suprida, muito menos as necessidades psico-afetivas do bebê, um ser humano complexo em formação. O motivo do choro fica sem resposta.

Interfere negativamente sobre a amamentação – Estudos mostram que crianças que desmamam precocemente usam chupeta com maior frequência do que aquelas que são amamentadas por um período maior. A sucção de um bico artificial leva à perda da tonicidade e alteração da postura muscular (dos lábios e língua, principalmente), fazendo com que o bebê não consiga manter corretamente a pega do peito.

 

Prejudica a correta maturação funcional do sistema estomatognático – Atrapalha na fala, mastigação, deglutição e respiração da criança. A mastigação perde sua característica normal, afetando diretamente as articulações têmporo-mandibulares e o desenvolvimento das estruturas envolvidas. Existe um consenso na literatura científica de que hábitos de sucção não-nutritivos são potencialmente nocivos para a saúde da criança e que, por isso, devem ser desestimulados ou removidos o mais cedo possível no intuito de minimizar os danos.

 

Altera a postura e tonicidade dos músculos da boca: o uso da chupeta causa alterações no lábio superior e no inferior, na pele do queixo, nas bochechas e na língua.

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Causa deformações esqueléticas na boca e na face: Os ossos da face crescem de forma desarmônica. Os ossos nasais sofrem estreitamento e desvios (desvio de septo) prejudicando também as funções de deglutição, mastigação, fala e respiração e se tornando um obstáculo mecânico à cura de uma série de patologias (especialmente, as “ites” = rinite, sinusite, amigdalite, bronquite, otite, adenóides hipertróficas, etc…). A mandíbula mantém a posição do nascimento, isto é, o queixo não cresce, prejudicando a estética e a fisiologia.

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Não existem no mercado bicos anatomicamente comparáveis ao bico do peito: Já foi demonstrado em estudo realizado com diferentes marcas comerciais disponíveis no mercado que bicos artificiais são significativamente menos elásticos do que o bico do peito, e que o seu comprimento pouco se altera dentro da cavidade bucal, de forma que é a boca que se molda a ele, e não o oposto como ocorre no caso do bico do peito.

Amamentação, Festa e Homenagem

9 de agosto de 2016

Hoje escrevemos para contar um pouco de um momento muito feliz e acolhedor que vivemos a semana passada no Centro Clínico: a nossa Festa da Semana Mundial da Amamentação em homenagem às mamães.

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Tudo foi pensando com muito carinho e a festa contou com participações pra lá de especiais, como dos músicos Fabiana Fonseca e Gerson, da Banda Siri na Lata, e da especialista em Musicalização Infantil e Dança Circular, Leda Nascimento, que encantaram a todos com músicas e atividades lúdicas para serem realizadas em família com bebês, papais, mamães, avós.

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Contamos, também, com uma apresentação de como utilizar o sling, que tanto facilita as tarefas do dia a dia, feita pela mamãe da Larissa, a Aline do Ateliê Aline Gomes, que confecciona, além dos slings, produtos lindos e diferenciados como babadores, almofadas, acessórios para cadeirinhas do carro, entre outros artigos especialmente desenvolvidos para bebês e suas mães.

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A ideia da festa surgiu para homenagear as mães que amamentam, apoiar e incentivar o aleitamento materno, e, este ano, divulgar o debate sobre “Amamentação e Sustentabilidade”, tema da Semana Mundial do Aleitamento Materno 2016, que tem como slogan “Aleitamento Materno: Presente Saudável, Futuro Sustentável”.

Aí lá vamos nós te convidar para refletir sobre o quanto amamentar pode contribuir para a construção de um mundo melhor. Prova disso é que o Aleitamento Materno vai de encontro aos 17 objetivos globais de desenvolvimento sustentável. Você já imaginou?

Entre estes objetivos, estabelecidos pela ONU (Organização das Nações Unidas), podemos destacar: erradicação da pobreza, fome zero, boa saúde e bem-estar, redução das desigualdades, paz e justiça. Neste cenário, lembramos que amamentar é oferecer o melhor começo de vida para os seus filhos, o que vai refletir muito no futuro deles, que terão menos diabetes, menos hipertensão, menos problemas de colesterol. Estas crianças ficarão menos doentes, faltarão menos à escola e ficarão mais preparados para aprender. Amamentar é plantar um futuro maravilhoso para seus filhos, é fazer o bem para todos e contribuir de maneira sem igual para um mundo melhor, mais sustentável, cheio de amor e muita paz.

#AmamentaçãoeSustentabilidade #ApoioestaIdeia #PromovaeIncentive

Semana Mundial do Aleitamento Materno 2016 (SMAM) debate a relação entre amamentação e sustentabilidade

2 de agosto de 2016

Com o slogan “Aleitamento Materno: Presente Saudável, Futuro Sustentável”, o tema da SMAM chama a atenção para o quanto a amamentação pode contribuir para a construção de um mundo melhor.

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Comemorada mundialmente na primeira semana do “Agosto Dourado”, mês escolhido para apoio e promoção do Aleitamento Materno, este ano o convite é para reflexão sobre o quanto amamentar vai de encontro aos objetivos globais de sustentabilidade.

Segundo a Pediatra e Consultora Internacional em Aleitamento Materno, Dra. Ana Maria Calaça Prigenzi, muitas mamães provavelmente não pararam para pensar que quando amamentam contribuem para a saúde e qualidade de vida do seu filho e, também, para a construção de um futuro sustentável e de um mundo melhor.

“Para fazer esta reflexão podemos partir de um item básico: leite materno não precisa de embalagem, ou seja, não gera resíduos ao meio ambiente. Este é só um exemplo, mas a questão é muito mais ampla e está totalmente ligada a tal sustentabilidade que tanto ouvimos falar”, destaca a pediatra.

De acordo com artigo da elaborado por Fabiana Cainé Alves da Graça (Farmacêutica, IBCLC, Membro da IBFAN Brasil) e Cláudia dos Reis Lisboa Novaes (Nutricionista, Mestre em Nutrição Humana Aplicada), “amamentar é reduzir morbidades, mortalidade, desigualdades, violência, danos ambientais. Amamentar é promover a vida e a saúde e melhorar sua qualidade, é intensificar as relações sociais, é um resgate cultural da condição humana, é segurança alimentar e nutricional, é reduzir impactos ambientais, é sustentável”.

O texto destaca ainda que a Semana Mundial do Aleitamento Materno 2016 discute a relação entre aleitamento materno e sustentabilidade e sua prática como parte essencial para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. No ano 2000, líderes mundiais e a ONU (Organização das Nações Unidades) reuniram se para definir metas cujo objetivo era promover uma parceria para a redução da pobreza extrema.

Ainda conforme o artigo, “amamentar é um ato de cidadania, indispensável à saúde humana e à preservação da espécie e do planeta. Amamentar é econômico, cultural, é orgânico, é natural, é uma prática sustentável que precisa ser apoiada, incentivada e protegida. Qualquer outra prática de alimentar crianças pequenas, principalmente as lactentes, com substitutos do leite materno impacta de forma negativa todas essas metas, dificultando seu cumprimento. Apoiar, incentivar e proteger o aleitamento materno é proteger a vida na Terra. É sustentabilidade. É direito e papel de todos”.

Programação de Peruíbe – Dia 02 de agosto, por iniciativa do Banco de Leite Humano de Peruíbe, acontecerá uma festa em homenagem às mães que amamentam, reunindo mais de 200 pessoas no Tiro de Guerra.

No Centro Clínico Peruíbe, dia 04 de agosto haverá uma programação especial para as mães e seus bebês, que participam da Clínica da Amamentação, atendimento de orientação, apoio e incentivo ao aleitamento materno.

Fica o convite! Abrace esta causa. Incentive, apoie, divulgue!

Convite: Festa em Homenagem às Mães que Amamentam, no Centro Clínico, dia 04/08/2016, às 14 horas!

15 de julho de 2016

SEMANA ALEITAMENTO 2016

Hora da volta ao trabalho

4 de julho de 2016

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A licença maternidade acabou e agora? O que fazer para manter a amamentação? De que forma possa retirar o leite e deixar para o meu filho enquanto estou no trabalho? Estas são dúvidas que passam a angustiar as mães que estão voltando a trabalhar, além da ansiedade de ficarem separadas dos seus bebês depois de meses juntinhos.

As preocupações nesta hora são inevitáveis, mas, como diriam os mais velhos, tudo na vida tem uma solução. O primeiro passo é manter a calma e saber que é sim possível conciliar a amamentação com a volta ao trabalho.

Conte com as orientações do pediatra, que vai ensinar passo a passo como extrair o leite materno, armazená-lo adequadamente e como oferecer ao bebê. Compartilhe estas informações com a pessoas que ficará com o bebê enquanto você trabalha: avó, babá, profissionais da creche ou berçário. O apoio do marido e familiares para dividir as tarefas com você também ajuda muito, pois ficará mais tranquila, com mais tempo e segurança para cuidar da amamentação e retirada do leite.

Apoiar as mães que amamentam na volta ao trabalho vai além dos familiares e amigos, envolvendo, também, as empresas e instituições em que trabalham. Dar suporte para as mamães amamentarem seus filhos após o final da licença maternidade é bom para todos, pois soluciona a angústia delas, que atuarão sem ausências e com tranquilidade.

Oferecer uma estrutura e um suporte adequados para estas mulheres, tratando o tema da Amamentação com responsabilidade e sensibilidade deve fazer parte do planejamento das empresas.  Este é um compromisso não só com as funcionárias, mas com a comunidade como um todo.

Algumas empresas já saíram na frente e adotaram medidas para auxiliar as mamães como espaços destinados à amamentação, campanhas de orientação sobre o assunto, oferecimento de potes adequados para armazenamento do leite materno, entre outras.

Por falar nisso, vale detalhar um pouco mais sobre as Salas de Apoio à Amamentação, que são espaços dedicados para a mulher trabalhadora e/ou estudante que amamenta retirar e estocar seu leite, durante a jornada de trabalho, para dar ao seu filho em casa ou doar a um Banco de Leite Humano. Também pode ter por objetivo atender a mulher trabalhadora em dificuldade na amamentação e esvaziamento das mamas.

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Foto: G1

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Foto: FioCruz

Estas Salas de Apoio à Amamentação geram benefícios para as mamães e para as empresas, como:

  • Diminui o absenteísmo (faltas);
  • Diminui o custo da empresa com serviço de saúde;
  • Aumenta a permanência da trabalhadora na empresa;
  • Aumenta a produtividade;
  • Torna a trabalhadora mais fiel ao trabalho;
  • Valoriza a mulher ao levar em conta as necessidades dela como mãe;
  • Empresa terá a certeza de que está dando uma parcela de contribuição à formação de uma sociedade mais avançada.

Onde procurar orientação sobre Amamentação e Volta ao Trabalho?

Em Peruíbe, as mamães contam com o Banco de Leite Humano do município, que fica na Casa da Mulher e da Criança. No Centro Clínico, há uma equipe especializada para tirar dúvidas sobre o tema. Entre em contato e saiba mais detalhes sobre a Clínica da Amamentação. Além disso, conte sempre com o apoio do pediatra da família!

Um beijo, uma ótima leitura e até o próximo post!

“Post Legenda”: quem mama não tem crise!

21 de junho de 2016

No post de hoje, preferimos falar através das imagens.

Selecionamos duas fotos que têm tudo a ver com amamentação: felicidade do bebê e distância da crise econômica, política (e etc.) que atinge o nosso Brasil.

Separamos, também, uma imagem para fortalecer a sua confiança em meio aos milhões de palpites que as mamães ouvem, principalmente nos primeiros meses de vida do bebê. Encare numa boa, pois todos querem ajudar, mas lembre-se todos os dias da fotinha que separamos com muito carinho para você.

#BebêqueMamaNãotemCrise

#LeiteMaternoéForçaeAmor

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Um beijo e até o próximo post!

A arte de acalmar o choro do bebê

6 de junho de 2016

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Imagem: Pixabay

É possível acolher o choro do nosso bebê positivamente? A resposta é sim, pois o choro do neném é a sua forma de se comunicar e nem sempre significa sofrimento. Principalmente nos três primeiros meses, seu bebezinho não conhece outra maneira de dizer que está com fome, que deseja colo, por exemplo.

Chorar é a única maneira que o bebê conhece de manifestar vontades que ele ainda nem sabe que tem. Ele precisa estar pertinho de você, pois está construindo sua segurança em relação ao mundo que o cerca e, do primeiro ao terceiro mês, é uma fase essencial para estabelecer esta confiança.

Escrever uma receita padrão de como lidar com o choro do seu filho foge do objetivo deste Blog, que procura acolher as mamães e seus bebês, respeitando o jeitinho de cada um. Dentro deste tema, selecionamos algumas dicas para você adaptar à sua maneira com um pequeno passo a passo:

Bebê chorou. Mamãe responde ou canta uma música suave.

O choro continua. Mamãe segura a mãozinha do bebê.

O choro ainda não passou. É hora de pegar no colo.

Se identificar, que é chorinho de fome, pode dar de mamar, sem esquecer que a livre demanda é recomendada nos seis primeiros meses de vida do bebê, porém sem esquecer que nem todo choro precisa ser acalmado amamentando.

Tente seguir os passos acima com a certeza de que o choro nem sempre é algo ruim e que a sua calma e serenidade são os melhores ingredientes nessa hora.

Não se cobre demais e busque manter a mente e o coração tranquilos. Aos pouquinhos você vai aprender a identificar os motivos do choro do seu bebê. Lembre-se: é no dia a dia que vamos construindo nossa calma, nossa confiança e estreitando cada vez mais os laços com o nosso bebê. O choro faz parte desta fase única, linda e repleta de aprendizados.

Boa leitura e até o próximo post!