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O Outono chegou: hora de redobrar os cuidados com o narizinho do bebê

24 de março de 2017

O outono chegou há poucos dias. O vento mudou, os finais de tarde, principalmente, já estão mais frescos. É hora de dar uma atenção especial ao nariz do seu bebê.

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Medidas simples podem evitar complicações respiratórias como aplicar, duas vezes por dia (pela manhã ou à noite), soro fisiológico, Rinosoro ou outro semelhante no nariz do bebê. Isso ajuda a hidratar o nariz e previne que ele fique congestionado.

Se o bebê estiver roncando ou com o nariz entupido, a aplicação deve ser de uma em uma hora ou a cada duas horas. Muitos problemas são evitados com esta medida simples e eficaz, pois o nariz é a porta de entrada para diversos problemas, como inflamação na garganta, por exemplo. Isso porque, com o narizinho entupido, o bebê respira pela boca, ressecando-a e favorecendo a entrada de bactérias.

Além disso, nariz bem cuidado evita que o catarro “desça” para o pulmão, provocando pneumonia ou agravando problemas respiratórios como rinite alérgica ou asma.

Consulte o pediatra e tire suas dúvidas, lembrando: a nova estação chegou, vale a pena dar uma atenção especial ao nariz do bebê!

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16 de março de 2017

Escolhemos para o Post de hoje duas imagens relacionadas a um tema que abraçamos, apoiamos, promovemos e incentivamos: a Amamentação.

A primeira é sobre doação de leite materno, que pode ajudar muitas mães e seus bebês.

A segunda, vem com um pequeno texto que fala por si mesmo.

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Compartilhando informações valiosas sobre Amamentação

3 de março de 2017

Mais uma vez, escolhermos um texto do  Blog Pediatra Orienta, Coluna “Momento Saúde” para compartilhar com  vocês. Desta vez, o tema fala se o leite materno dá conta de fazer o seu bebê crescer e engordar. Confira:

 

Leite materno engorda e faz crescer, viu?

O leite materno (LM) é o único alimento necessário até os 6 meses, o principal entre 6 meses e 1 ano e, a partir daí, passa a ser complementar até 2 anos ou mais.

Bebês nascem, em média, com 3 kg e 50 cm e chegam ao final de um ano com 9 kg e 75 cm (gráfico da OMS). Nos primeiros 6 meses, em aleitamento materno exclusivo, eles ganham 4 kg e 15 cm e depois, de 6 meses a um ano, 2 kg e 10 cm. Ou seja, quando se introduz a alimentação complementar, eles passam a crescer MENOS e NÃO MAIS, como muita gente pensa.

Iniciar a alimentação complementar aos 6 meses diminui os riscos de obesidade infantil, alergias alimentares, prisão de ventre e desmame precoce para as crianças e de câncer de mama e ovários para as mães.

INTRODUÇÃO ALIMENTAR: O bebê está preparado para começar a se sentar, comer e digerir adequadamente os alimentos oferecidos só a partir do 6º mês. Não tenha pressa.

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Relator:
Departamento Científico de Aleitamento Materno

Publicado em 01/03/2017.
Photo credit: Frantisek_Krejci | Pixabay.com

Fonte: Blog Pediatra Orienta  http://www.pediatraorienta.org.br/momento-saude-aleitamento-materno-3/

Regras demais na amamentação só atrapalham!

3 de fevereiro de 2017

Compartilhando…

O Post de hoje é um compartilhamento de um texto sensível e esclarecedor sobre amamentação e as incontáveis normas e informações que cercam as mamães. Boa leitura!

Regras demais na amamentação só atrapalham!

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Tenho me deparado diariamente com mães que apresentam muitas dúvidas sobre técnica de amamentação: quantos minutos deve deixar o bebê mamar, se deve oferecer uma mama ou ambas, se são necessárias várias mamadas do mesmo lado para realmente esvaziar a mama, de quantas em quantas horas os bebês precisam mamar, se eles precisam arrotar, se eles podem ficar no colo, quantos minutos…. são muitas questões que abalam o emocional da mãe, que acredita não ser boa o suficiente se não fizer tudo nos mínimos detalhes.

Antes da interferência da indústria de fórmulas e bicos artificiais, as mulheres amamentavam e não apresentavam tantos problemas e dificuldades como verificamos hoje. Elas seguiam muito mais seus instintos e estavam tranquilas para darem atenção aos sinais de seus bebês. Não havia pessoas em volta para dar dicas e sugestões, muitas vezes tão diferentes e até contraditórias. Sua avó havia amamentado, sua mãe também, e assim tudo seguia em paz. A mulher contava com rede de apoio familiar, especialmente das mulheres, que auxiliavam nos cuidados com o bebê.

Nosso tempo é muito diferente: as mulheres pouco tiveram acesso a outras mães amamentando, como sua própria mãe ou avó; a rede de apoio ficou escassa e muitas vezes a mulher necessita de ajudantes contratadas; ela precisa voltar ao trabalho, as informações estão disponíveis na internet, em livros, em artigos de revistas e em todo tipo de pessoas que entrem em contato com ela: profissionais, outras mães, familiares e cada um fala uma coisa. É muito angustiante para a mulher conseguir discernir qual a orientação correta, como proceder para ser uma boa mãe. Essa é a maior auto cobrança da mulher.

Tive pacientes que adotaram um caderno para anotar o lado, os minutos e os intervalos de mamadas, quantas vezes o bebê havia evacuado, urinado, vomitado, etc. O pior é que isso confunde e deixa a mãe extremamente ansiosa, preocupada, insegura.

Para uma amamentação bem-sucedida, é necessário que a mãe e o bebê estejam em sintonia, contato, a mãe tenha condições para dar atenção aos sinais do bebê, e assim responder às suas necessidades. Para isso, é importante que ela saiba que não há regras fixas e rígidas na amamentação. O importante é deixar fluir a relação entre ambos, dar tempo para o bebê aprender a mamar e para a mãe aprender a interpretar os sinais de seu filho.

Dessa forma, minha recomendação é para não se fixar em tempos, durações, prazos ou intervalos. Algumas dicas para a mãe ficar mais tranquila:

– Se seu bebê mama de um lado e fica satisfeito, é disso que ele precisa; se ele mama de um lado e mostra sinais de que ainda necessita de leite, ofereça o outro lado.

– O bebê chora por várias razões e não apenas por fome; se ele mamou, verifique outras questões (frio, calor, desconforto, sono, necessidade de contato).

– O choro excessivo, que não cessa quando a mãe supre suas necessidades, requer diagnóstico e tratamento médico. Se seu bebê mudou de comportamento e você não compreende a causa, faça uma consulta.

– Deixe o bebê ditar, no início, os horários que quer mamar; isso é livre demanda! Quando ele tem fome, acorda e chora. Não acorde seu bebê desnecessariamente (a menos que haja indicação profissional para tal, como por exemplo quando ele não está ganhando peso). Deixe-o dormir o que necessita, pois o sono tão importante para o desenvolvimento quanto o alimento.

– Deixe-o mamar por quanto tempo desejar. No início os bebês mamam com maior frequência e podem ficar mais tempo mamando, tanto para aumentar a produção de leite quanto porque estão aprendendo a sugar; com o passar dos meses, a produção se adapta às suas necessidades e o padrão de sucção está mais maduro, então ele pode começar a mamar por poucos minutos. Se ele está ganhando peso, com bom padrão de sono, com urina frequente e clara e bom desenvolvimento, não há necessidade de forçá-lo a mamar por mais tempo.

– Você pode colocá-lo para arrotar no colo, mas o bebê amamentado não necessariamente arrota, pois deglute menos ar (ou nenhum). Se ele está calmo e bem, pode ficar tranquila.

– Não precisa pesá-lo compulsivamente: se ele está com boa pega, extraindo leite, com urina frequente, fezes amareladas, tranquilo, ativo e não está doente, a pesagem pode ser realizada mensalmente (salvo em casos de perda ou manutenção do peso, situação em que o médico fará acompanhamento mais frequente).

Essas são apenas algumas dicas para transformar a maternidade e a amamentação em algo mais leve, prazeroso e tranquilo. Procure ajuda de um profissional qualificado caso haja dúvidas, mas deixe-se guiar pela sua compreensão e conhecimento do seu bebê!

Fonte: Prolactare.com (http://prolactare.com/amamentacao/regras-demais-na-amamentacao-so-atrapalham)

Consulta na 32ª semana de gestação

31 de janeiro de 2017

Fonte: Blog Pediatra Orienta SPSP (Sociedade de Pediatria de São Paulo)

post-22Imagem: Pixabay

Qual é a importância da consulta na 32ª semana de gestação? Por que o empenho para que seja rotineira nos consultórios pediátricos? Vivemos um momento médico/ obstétrico com crescente número de intervenções cesarianas, chegando a cifra de quase 90% nas maternidades particulares. São justificativas nem sempre convincentes (família escolhe a data; evitar grandes feriados etc.). Segundo a SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA esse fato traz um aumento de morbidades colocando em risco o trinômio Mamãe- Papai- Bebê. Cresce o número de prematuros tardios, com o nascimento de um bebê que não está “pronto”. Compromete então um desenrolar mais natural do momento peri-parto:   o contato pele a pele, o sugar em sala.  O bebê não suga adequadamente, é mais sonolento, acaba fazendo icterícia, aumentam os dias de internação culminando com o bebê separado de sua mãe. Perde-se então parte ou até toda a amamentação com a introdução precoce de complemento com leite artificial.

Desde 2014 a tabela CBMHB reconhece como procedimento do pediatra o “Atendimento pediátrico a gestante  (3º trimestre)” com código 1.01.06.04-9.

Isso vem de encontro à necessidade de melhora de nossos índices de Aleitamento Materno. Nesta consulta a mãe vem a procura do pediatra para seu bebê. Apoiamos e abraçamos esta família, esclarecendo dúvidas. Soma-se a esse fato o esclarecimento de uma inundação de informações nem sempre adequadas que a mãe nos traz:  internet, curiosas, parentes, todos muito bem-intencionados, porém sem o adequado preparo, trazendo insegurança à família. O pediatra é o profissional habilitado e treinado para entrar nas casas e auxiliar em um momento delicado, cercado de inseguranças como o gerar e nascer um filho.

Quantos de nós pediatras, não atendemos em primeira consulta e somos surpreendidos por um bebê já recebendo complemento ficando exposto a atopias Como é grande a dificuldade que temos em empodeirar essa mamãe para então trazer o binômio Mãe-bebê a condições ideais.

Alimentação Saudável: compartilhando matéria sobre o açúcar presente nos alimentos

13 de janeiro de 2017

Dividir com vocês informações úteis sobre alimentação saudável é um dos objetivos do nosso Blog. Pensando nisso, selecionamos a matéria a seguir para deixar você por dentro de um assunto bem sério: o açúcar que está “camuflado” nos alimentos.

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Imagem: Pixabay

Clique no título e confira a matéria completa. Boa leitura!

 

As fotos que mostram o açúcar oculto em sua comida

Fonte: El País

Projeto denuncia a quantidade de açúcar presente em produtos industrializados

Aviso: um iogurte “de frutas” pode conter até quatro cubos de açúcar

32ª Semana de Gestação e Consulta com o Pediatra

27 de dezembro de 2016

Você sabia que deve consultar o pediatra ainda durante a gestação? A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda uma consulta com o pediatra a partir da 32ª semana de gestação. Entenda a importância disso.

post-19-pixabayFoto: Pixabay

O pediatra e presidente da Sociedade de Pediatria de São Paulo, Dr. Moises Chencinski, destaca que Nessa consulta, além de ajudar nas dúvidas que surgem depois da saída da maternidade, o pediatra explica sobre: vacinação do bebê, vacinação da mamãe e aleitamento.

Fora estas orientações, o pediatra pode tentar tirar dúvidas que aparecem na gestação e que a mãe chega na maternidade com elas, colocando a amamentação em risco. Cuidados com o bebê logo após o parto também são parte desta consulta com o pediatra, entre outras informações como o melhor tipo de alojamento para o bebê ao nascer, que é o alojamento conjunto, ou seja, mãe e filho ficam juntos no mesmo quarto desde o nascimento. Isso evita que o bebê vá para o berçário e tome fórmulas infantis.

Esta consulta é importante, também, para que a mãe e o pediatra se conheçam e interajam sobre assuntos relacionados ao bebê mesmo antes do seu nascimento.

Durante esta consulta, o pediatra deve verificar se alguma intercorrência na gravidez pode influenciar a saúde da criança, através dos exames realizados no pré-natal. Além disso, vai procurar saber dos fatores emocionais dos pais, se a gestação foi programada e os medos e anseios relacionados à maternidade.

Por isso, procure o seu pediatra de confiança desde a 32ª semana de gestação. Este momento é essencial para você se sentir segura com o profissional que cuidará do seu filho.

Apoio do pai faz toda a diferença após a chegada do bebê

23 de novembro de 2016
Foto: Pixabay

Foto: Pixabay

Quando o bebê nasce, o papel da mãe geralmente é muito mais claro do que o do pai. Muitos se perguntam: o que devo fazer? Onde eu me encaixo nesta nova fase de vida?

O papel do pai é apoiar a mãe nos cuidados com o bebê, incluindo a amamentação. Neste sentido, estudos apontam que as mulheres têm muito mais sucesso ao amamentar quando são apoiadas pelos seus companheiros, familiares e amigos.

Principalmente nos primeiros meses após o nascimento do bebê, a mulher pode se sentir exausta e tudo o que fizer para ajudar faz a diferença: auxiliar nos serviços de casa, cuidar dos filhos mais velhos, providenciar as refeições, dar atenção para as visitas. Além disso, uma dose extra de paciência, tolerância e atenção fazem parte do papel dos papais.

Buscar informações de fontes confiáveis sobre cuidados com o bebê, amamentação, entre outras, que sejam úteis no dia a dia com o filho também ajuda as mamães a se sentirem mais seguras e tranquilas.

Fora isso, mesmo quando não souber exatamente o que fazer, estar perto, acolher e abraçar são as principais missões dos papais e que farão total diferença na vida dos bebês e das suas mulheres!

Amamentar é…

24 de outubro de 2016

No post de hoje escolhemos uma imagem que traduz um pouco o significado de mamar no peito, que vai além de simplesmente alimentar o bebê.

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Até o próximo post! Mande suas sugestões.

“A CHUPETA: O que toda mãe (e pai) deveria saber antes de oferecer uma chupeta para o seu bebê” (Resumo) – Parte 2

21 de setembro de 2016

Hoje daremos continuidade ao post anterior, com informações valiosas que ajudarão você a decidir sobre oferecer ou não a chupeta ao seu bebê.

 

A chupeta não é menos nociva do que o dedo: O bebê chupa o dedo desde a barriga e, durante o seu desenvolvimento, especialmente nos períodos de desconforto e irritação provocados pela erupção dentária (que inicia a partir dos 4-6 meses até em torno dos 3 anos, quando a dentição decídua está completa), é normal que ele leve um ou mais dedos à boca. Nessa fase devemos proporcionar variedade de estímulos, como alimentos de consistência dura, mordedores, além de brincadeiras diversas, atenção, carinho, paciência e peito; a fim de que o hábito cesse espontaneamente.

 

Os bicos ortodônticos prejudicam mais no aspecto funcional do que os convencionais: Não existem evidências que comprovem substancialmente a existência de vantagens reais nos bicos anatômicos ou ortodônticos. Embora sejam potencialmente menos nocivos em relação às alterações dentárias, chupetas ortodônticas mantêm o dorso ainda mais elevado e a ponta da língua ainda mais baixa e mais posteriorizada do que o bico comum.

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Representa uma das causas da Síndrome do Respirador Bucal: Quando a criança respira pela boca pode ter o seu desenvolvimento comprometido pelas inúmeras consequências que isso acarreta ao organismo como um todo. O ar inspirado pela boca não sofre o processo de filtragem, aquecimento e umedecimento fisiológicos, deixando o sistema respiratório mais vulnerável a doenças em geral, além de outras consequências como alterações posturais.

 

Cria-se um hábito de difícil remoção: A remoção repentina ou abrupta da chupeta pode gerar efeitos psicológicos complexos e que pode levar à substituição por hábitos de sucção de dedo, lábio, língua, roer unhas ou outros. Esses hábitos podem ser substituídos ao longo da vida por comer, fumar ou outros transtornos compulsivos, segundo a teoria psicanalítica (freudiana).

 

 “Chupetar” peito não existe!  Dizer que o bebê está fazendo o peito de chupeta (“chupetando”), quando na verdade ele está mamando constitui um erro semântico; já que mamar constitui um ato complexo que envolve, não apenas extrair o leite, mas também sugar, estar em contato íntimo com a mãe, e sentir todas as sensações orgânicas e psico-afetivas envolvidas, com suas respectivas repercussões.

 

Considerações sobre a toxicidade e segurança da chupeta: Durante o processamento da borracha natural e a criação da sintética, várias substâncias são adicionadas ao látex com o intuito de conferir maior elasticidade. Em contato com a saliva, esses produtos podem trazer riscos à saúde; além da possibilidade de existirem crianças alérgicas ao látex. Como qualquer outro objeto levado à boca, a chupeta pode servir de veículo para infecções diversas (otite, candidíase, cáries, etc). Outros riscos potenciais são o de acidentes, obstrução das vias aéreas e estrangulamento por cordas amarradas na chupeta.

 

A necessidade de sucção do bebê deve ser suprida no peito: Se o bebê for amamentado e não houver interferências negativas, o próprio desenvolvimento e amadurecimento neuro-funcional se encarregará de fazer com que a necessidade neural de sucção se esgote espontaneamente em torno do final da fase oral. Portanto, nada substitui o ato de mamar no peito, pelo aporte nutricional e imunológico do leite materno, pela troca de afetividade entre mãe e filho e pelo mecanismo de sucção exclusiva que este propicia para um perfeito desenvolvimento. A decisão de introduzir ou não chupeta é da família. Mas cabe aos profissionais oferecerem aos pais subsídios para que tomem uma decisão consciente e informada a esse respeito.

 

Autoria: Andréia Stankiewicz, mãe de Luiza, 3 anos e Pedro, 1 ano; cirurgiã-dentista especialista em odontopediatria e ortopedia funcional dos maxilares, membro do Núcleo de Estudos em Ortopedia dos Maxilares e Respiração Bucal (NEOM-RB).

 

Revisão final: Antonio Fagnani Filho, cirurgião-dentista ortopedista funcional dos maxilares, ortodontista e homeopata, professor de pós-graduação, membro do Núcleo de Estudos em Ortopedia dos Maxilares e Respiração Bucal (NEOM-RB) e da Associação Brasileira Do Sono.

 

Fonte: http://www.cientistaqueviroumae.com.br/blog/textos/chupeta-o-que-toda-mae-e-pai-deveria-saber-antes-de-oferecer-uma-para-seu-bebe-por-andreia-stankiewicz