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Regras demais na amamentação só atrapalham!

3 de fevereiro de 2017

Compartilhando…

O Post de hoje é um compartilhamento de um texto sensível e esclarecedor sobre amamentação e as incontáveis normas e informações que cercam as mamães. Boa leitura!

Regras demais na amamentação só atrapalham!

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Tenho me deparado diariamente com mães que apresentam muitas dúvidas sobre técnica de amamentação: quantos minutos deve deixar o bebê mamar, se deve oferecer uma mama ou ambas, se são necessárias várias mamadas do mesmo lado para realmente esvaziar a mama, de quantas em quantas horas os bebês precisam mamar, se eles precisam arrotar, se eles podem ficar no colo, quantos minutos…. são muitas questões que abalam o emocional da mãe, que acredita não ser boa o suficiente se não fizer tudo nos mínimos detalhes.

Antes da interferência da indústria de fórmulas e bicos artificiais, as mulheres amamentavam e não apresentavam tantos problemas e dificuldades como verificamos hoje. Elas seguiam muito mais seus instintos e estavam tranquilas para darem atenção aos sinais de seus bebês. Não havia pessoas em volta para dar dicas e sugestões, muitas vezes tão diferentes e até contraditórias. Sua avó havia amamentado, sua mãe também, e assim tudo seguia em paz. A mulher contava com rede de apoio familiar, especialmente das mulheres, que auxiliavam nos cuidados com o bebê.

Nosso tempo é muito diferente: as mulheres pouco tiveram acesso a outras mães amamentando, como sua própria mãe ou avó; a rede de apoio ficou escassa e muitas vezes a mulher necessita de ajudantes contratadas; ela precisa voltar ao trabalho, as informações estão disponíveis na internet, em livros, em artigos de revistas e em todo tipo de pessoas que entrem em contato com ela: profissionais, outras mães, familiares e cada um fala uma coisa. É muito angustiante para a mulher conseguir discernir qual a orientação correta, como proceder para ser uma boa mãe. Essa é a maior auto cobrança da mulher.

Tive pacientes que adotaram um caderno para anotar o lado, os minutos e os intervalos de mamadas, quantas vezes o bebê havia evacuado, urinado, vomitado, etc. O pior é que isso confunde e deixa a mãe extremamente ansiosa, preocupada, insegura.

Para uma amamentação bem-sucedida, é necessário que a mãe e o bebê estejam em sintonia, contato, a mãe tenha condições para dar atenção aos sinais do bebê, e assim responder às suas necessidades. Para isso, é importante que ela saiba que não há regras fixas e rígidas na amamentação. O importante é deixar fluir a relação entre ambos, dar tempo para o bebê aprender a mamar e para a mãe aprender a interpretar os sinais de seu filho.

Dessa forma, minha recomendação é para não se fixar em tempos, durações, prazos ou intervalos. Algumas dicas para a mãe ficar mais tranquila:

– Se seu bebê mama de um lado e fica satisfeito, é disso que ele precisa; se ele mama de um lado e mostra sinais de que ainda necessita de leite, ofereça o outro lado.

– O bebê chora por várias razões e não apenas por fome; se ele mamou, verifique outras questões (frio, calor, desconforto, sono, necessidade de contato).

– O choro excessivo, que não cessa quando a mãe supre suas necessidades, requer diagnóstico e tratamento médico. Se seu bebê mudou de comportamento e você não compreende a causa, faça uma consulta.

– Deixe o bebê ditar, no início, os horários que quer mamar; isso é livre demanda! Quando ele tem fome, acorda e chora. Não acorde seu bebê desnecessariamente (a menos que haja indicação profissional para tal, como por exemplo quando ele não está ganhando peso). Deixe-o dormir o que necessita, pois o sono tão importante para o desenvolvimento quanto o alimento.

– Deixe-o mamar por quanto tempo desejar. No início os bebês mamam com maior frequência e podem ficar mais tempo mamando, tanto para aumentar a produção de leite quanto porque estão aprendendo a sugar; com o passar dos meses, a produção se adapta às suas necessidades e o padrão de sucção está mais maduro, então ele pode começar a mamar por poucos minutos. Se ele está ganhando peso, com bom padrão de sono, com urina frequente e clara e bom desenvolvimento, não há necessidade de forçá-lo a mamar por mais tempo.

– Você pode colocá-lo para arrotar no colo, mas o bebê amamentado não necessariamente arrota, pois deglute menos ar (ou nenhum). Se ele está calmo e bem, pode ficar tranquila.

– Não precisa pesá-lo compulsivamente: se ele está com boa pega, extraindo leite, com urina frequente, fezes amareladas, tranquilo, ativo e não está doente, a pesagem pode ser realizada mensalmente (salvo em casos de perda ou manutenção do peso, situação em que o médico fará acompanhamento mais frequente).

Essas são apenas algumas dicas para transformar a maternidade e a amamentação em algo mais leve, prazeroso e tranquilo. Procure ajuda de um profissional qualificado caso haja dúvidas, mas deixe-se guiar pela sua compreensão e conhecimento do seu bebê!

Fonte: Prolactare.com (http://prolactare.com/amamentacao/regras-demais-na-amamentacao-so-atrapalham)

Consulta na 32ª semana de gestação

31 de janeiro de 2017

Fonte: Blog Pediatra Orienta SPSP (Sociedade de Pediatria de São Paulo)

post-22Imagem: Pixabay

Qual é a importância da consulta na 32ª semana de gestação? Por que o empenho para que seja rotineira nos consultórios pediátricos? Vivemos um momento médico/ obstétrico com crescente número de intervenções cesarianas, chegando a cifra de quase 90% nas maternidades particulares. São justificativas nem sempre convincentes (família escolhe a data; evitar grandes feriados etc.). Segundo a SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA esse fato traz um aumento de morbidades colocando em risco o trinômio Mamãe- Papai- Bebê. Cresce o número de prematuros tardios, com o nascimento de um bebê que não está “pronto”. Compromete então um desenrolar mais natural do momento peri-parto:   o contato pele a pele, o sugar em sala.  O bebê não suga adequadamente, é mais sonolento, acaba fazendo icterícia, aumentam os dias de internação culminando com o bebê separado de sua mãe. Perde-se então parte ou até toda a amamentação com a introdução precoce de complemento com leite artificial.

Desde 2014 a tabela CBMHB reconhece como procedimento do pediatra o “Atendimento pediátrico a gestante  (3º trimestre)” com código 1.01.06.04-9.

Isso vem de encontro à necessidade de melhora de nossos índices de Aleitamento Materno. Nesta consulta a mãe vem a procura do pediatra para seu bebê. Apoiamos e abraçamos esta família, esclarecendo dúvidas. Soma-se a esse fato o esclarecimento de uma inundação de informações nem sempre adequadas que a mãe nos traz:  internet, curiosas, parentes, todos muito bem-intencionados, porém sem o adequado preparo, trazendo insegurança à família. O pediatra é o profissional habilitado e treinado para entrar nas casas e auxiliar em um momento delicado, cercado de inseguranças como o gerar e nascer um filho.

Quantos de nós pediatras, não atendemos em primeira consulta e somos surpreendidos por um bebê já recebendo complemento ficando exposto a atopias Como é grande a dificuldade que temos em empodeirar essa mamãe para então trazer o binômio Mãe-bebê a condições ideais.

Alimentação Saudável: compartilhando matéria sobre o açúcar presente nos alimentos

13 de janeiro de 2017

Dividir com vocês informações úteis sobre alimentação saudável é um dos objetivos do nosso Blog. Pensando nisso, selecionamos a matéria a seguir para deixar você por dentro de um assunto bem sério: o açúcar que está “camuflado” nos alimentos.

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Imagem: Pixabay

Clique no título e confira a matéria completa. Boa leitura!

 

As fotos que mostram o açúcar oculto em sua comida

Fonte: El País

Projeto denuncia a quantidade de açúcar presente em produtos industrializados

Aviso: um iogurte “de frutas” pode conter até quatro cubos de açúcar

32ª Semana de Gestação e Consulta com o Pediatra

27 de dezembro de 2016

Você sabia que deve consultar o pediatra ainda durante a gestação? A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda uma consulta com o pediatra a partir da 32ª semana de gestação. Entenda a importância disso.

post-19-pixabayFoto: Pixabay

O pediatra e presidente da Sociedade de Pediatria de São Paulo, Dr. Moises Chencinski, destaca que Nessa consulta, além de ajudar nas dúvidas que surgem depois da saída da maternidade, o pediatra explica sobre: vacinação do bebê, vacinação da mamãe e aleitamento.

Fora estas orientações, o pediatra pode tentar tirar dúvidas que aparecem na gestação e que a mãe chega na maternidade com elas, colocando a amamentação em risco. Cuidados com o bebê logo após o parto também são parte desta consulta com o pediatra, entre outras informações como o melhor tipo de alojamento para o bebê ao nascer, que é o alojamento conjunto, ou seja, mãe e filho ficam juntos no mesmo quarto desde o nascimento. Isso evita que o bebê vá para o berçário e tome fórmulas infantis.

Esta consulta é importante, também, para que a mãe e o pediatra se conheçam e interajam sobre assuntos relacionados ao bebê mesmo antes do seu nascimento.

Durante esta consulta, o pediatra deve verificar se alguma intercorrência na gravidez pode influenciar a saúde da criança, através dos exames realizados no pré-natal. Além disso, vai procurar saber dos fatores emocionais dos pais, se a gestação foi programada e os medos e anseios relacionados à maternidade.

Por isso, procure o seu pediatra de confiança desde a 32ª semana de gestação. Este momento é essencial para você se sentir segura com o profissional que cuidará do seu filho.

Apoio do pai faz toda a diferença após a chegada do bebê

23 de novembro de 2016
Foto: Pixabay

Foto: Pixabay

Quando o bebê nasce, o papel da mãe geralmente é muito mais claro do que o do pai. Muitos se perguntam: o que devo fazer? Onde eu me encaixo nesta nova fase de vida?

O papel do pai é apoiar a mãe nos cuidados com o bebê, incluindo a amamentação. Neste sentido, estudos apontam que as mulheres têm muito mais sucesso ao amamentar quando são apoiadas pelos seus companheiros, familiares e amigos.

Principalmente nos primeiros meses após o nascimento do bebê, a mulher pode se sentir exausta e tudo o que fizer para ajudar faz a diferença: auxiliar nos serviços de casa, cuidar dos filhos mais velhos, providenciar as refeições, dar atenção para as visitas. Além disso, uma dose extra de paciência, tolerância e atenção fazem parte do papel dos papais.

Buscar informações de fontes confiáveis sobre cuidados com o bebê, amamentação, entre outras, que sejam úteis no dia a dia com o filho também ajuda as mamães a se sentirem mais seguras e tranquilas.

Fora isso, mesmo quando não souber exatamente o que fazer, estar perto, acolher e abraçar são as principais missões dos papais e que farão total diferença na vida dos bebês e das suas mulheres!

Amamentar é…

24 de outubro de 2016

No post de hoje escolhemos uma imagem que traduz um pouco o significado de mamar no peito, que vai além de simplesmente alimentar o bebê.

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Até o próximo post! Mande suas sugestões.

“A CHUPETA: O que toda mãe (e pai) deveria saber antes de oferecer uma chupeta para o seu bebê” (Resumo) – Parte 2

21 de setembro de 2016

Hoje daremos continuidade ao post anterior, com informações valiosas que ajudarão você a decidir sobre oferecer ou não a chupeta ao seu bebê.

 

A chupeta não é menos nociva do que o dedo: O bebê chupa o dedo desde a barriga e, durante o seu desenvolvimento, especialmente nos períodos de desconforto e irritação provocados pela erupção dentária (que inicia a partir dos 4-6 meses até em torno dos 3 anos, quando a dentição decídua está completa), é normal que ele leve um ou mais dedos à boca. Nessa fase devemos proporcionar variedade de estímulos, como alimentos de consistência dura, mordedores, além de brincadeiras diversas, atenção, carinho, paciência e peito; a fim de que o hábito cesse espontaneamente.

 

Os bicos ortodônticos prejudicam mais no aspecto funcional do que os convencionais: Não existem evidências que comprovem substancialmente a existência de vantagens reais nos bicos anatômicos ou ortodônticos. Embora sejam potencialmente menos nocivos em relação às alterações dentárias, chupetas ortodônticas mantêm o dorso ainda mais elevado e a ponta da língua ainda mais baixa e mais posteriorizada do que o bico comum.

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Representa uma das causas da Síndrome do Respirador Bucal: Quando a criança respira pela boca pode ter o seu desenvolvimento comprometido pelas inúmeras consequências que isso acarreta ao organismo como um todo. O ar inspirado pela boca não sofre o processo de filtragem, aquecimento e umedecimento fisiológicos, deixando o sistema respiratório mais vulnerável a doenças em geral, além de outras consequências como alterações posturais.

 

Cria-se um hábito de difícil remoção: A remoção repentina ou abrupta da chupeta pode gerar efeitos psicológicos complexos e que pode levar à substituição por hábitos de sucção de dedo, lábio, língua, roer unhas ou outros. Esses hábitos podem ser substituídos ao longo da vida por comer, fumar ou outros transtornos compulsivos, segundo a teoria psicanalítica (freudiana).

 

 “Chupetar” peito não existe!  Dizer que o bebê está fazendo o peito de chupeta (“chupetando”), quando na verdade ele está mamando constitui um erro semântico; já que mamar constitui um ato complexo que envolve, não apenas extrair o leite, mas também sugar, estar em contato íntimo com a mãe, e sentir todas as sensações orgânicas e psico-afetivas envolvidas, com suas respectivas repercussões.

 

Considerações sobre a toxicidade e segurança da chupeta: Durante o processamento da borracha natural e a criação da sintética, várias substâncias são adicionadas ao látex com o intuito de conferir maior elasticidade. Em contato com a saliva, esses produtos podem trazer riscos à saúde; além da possibilidade de existirem crianças alérgicas ao látex. Como qualquer outro objeto levado à boca, a chupeta pode servir de veículo para infecções diversas (otite, candidíase, cáries, etc). Outros riscos potenciais são o de acidentes, obstrução das vias aéreas e estrangulamento por cordas amarradas na chupeta.

 

A necessidade de sucção do bebê deve ser suprida no peito: Se o bebê for amamentado e não houver interferências negativas, o próprio desenvolvimento e amadurecimento neuro-funcional se encarregará de fazer com que a necessidade neural de sucção se esgote espontaneamente em torno do final da fase oral. Portanto, nada substitui o ato de mamar no peito, pelo aporte nutricional e imunológico do leite materno, pela troca de afetividade entre mãe e filho e pelo mecanismo de sucção exclusiva que este propicia para um perfeito desenvolvimento. A decisão de introduzir ou não chupeta é da família. Mas cabe aos profissionais oferecerem aos pais subsídios para que tomem uma decisão consciente e informada a esse respeito.

 

Autoria: Andréia Stankiewicz, mãe de Luiza, 3 anos e Pedro, 1 ano; cirurgiã-dentista especialista em odontopediatria e ortopedia funcional dos maxilares, membro do Núcleo de Estudos em Ortopedia dos Maxilares e Respiração Bucal (NEOM-RB).

 

Revisão final: Antonio Fagnani Filho, cirurgião-dentista ortopedista funcional dos maxilares, ortodontista e homeopata, professor de pós-graduação, membro do Núcleo de Estudos em Ortopedia dos Maxilares e Respiração Bucal (NEOM-RB) e da Associação Brasileira Do Sono.

 

Fonte: http://www.cientistaqueviroumae.com.br/blog/textos/chupeta-o-que-toda-mae-e-pai-deveria-saber-antes-de-oferecer-uma-para-seu-bebe-por-andreia-stankiewicz

Chupeta: compartilhando conteúdo valioso sobre o tema!

9 de setembro de 2016

Hoje nosso post é o compartilhamento de alguns trechos de um artigo feito pela odontologista Andreia Stankiewicz e publicado no excelente Blog “Cientista que Virou Mãe”.  Confira informações valiosíssimas sobre o assunto.

Vamos dividir o tema em duas partes.  A seguir, a parte 1.

Parte 1

A CHUPETA: O que toda mãe (e pai) deveria saber antes de oferecer uma chupeta para o seu bebê” (Resumo) – Oferecer chupeta virou sinônimo de acalmar o bebê, deixando de lado as formas naturais e gentis de lidar com o choro e demandas do bebê. Além disso, a necessidade de sucção no peito passou a não ser plenamente suprida, muito menos as necessidades psico-afetivas do bebê, um ser humano complexo em formação. O motivo do choro fica sem resposta.

Interfere negativamente sobre a amamentação – Estudos mostram que crianças que desmamam precocemente usam chupeta com maior frequência do que aquelas que são amamentadas por um período maior. A sucção de um bico artificial leva à perda da tonicidade e alteração da postura muscular (dos lábios e língua, principalmente), fazendo com que o bebê não consiga manter corretamente a pega do peito.

 

Prejudica a correta maturação funcional do sistema estomatognático – Atrapalha na fala, mastigação, deglutição e respiração da criança. A mastigação perde sua característica normal, afetando diretamente as articulações têmporo-mandibulares e o desenvolvimento das estruturas envolvidas. Existe um consenso na literatura científica de que hábitos de sucção não-nutritivos são potencialmente nocivos para a saúde da criança e que, por isso, devem ser desestimulados ou removidos o mais cedo possível no intuito de minimizar os danos.

 

Altera a postura e tonicidade dos músculos da boca: o uso da chupeta causa alterações no lábio superior e no inferior, na pele do queixo, nas bochechas e na língua.

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Causa deformações esqueléticas na boca e na face: Os ossos da face crescem de forma desarmônica. Os ossos nasais sofrem estreitamento e desvios (desvio de septo) prejudicando também as funções de deglutição, mastigação, fala e respiração e se tornando um obstáculo mecânico à cura de uma série de patologias (especialmente, as “ites” = rinite, sinusite, amigdalite, bronquite, otite, adenóides hipertróficas, etc…). A mandíbula mantém a posição do nascimento, isto é, o queixo não cresce, prejudicando a estética e a fisiologia.

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Não existem no mercado bicos anatomicamente comparáveis ao bico do peito: Já foi demonstrado em estudo realizado com diferentes marcas comerciais disponíveis no mercado que bicos artificiais são significativamente menos elásticos do que o bico do peito, e que o seu comprimento pouco se altera dentro da cavidade bucal, de forma que é a boca que se molda a ele, e não o oposto como ocorre no caso do bico do peito.

Amamentação, Festa e Homenagem

9 de agosto de 2016

Hoje escrevemos para contar um pouco de um momento muito feliz e acolhedor que vivemos a semana passada no Centro Clínico: a nossa Festa da Semana Mundial da Amamentação em homenagem às mamães.

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Tudo foi pensando com muito carinho e a festa contou com participações pra lá de especiais, como dos músicos Fabiana Fonseca e Gerson, da Banda Siri na Lata, e da especialista em Musicalização Infantil e Dança Circular, Leda Nascimento, que encantaram a todos com músicas e atividades lúdicas para serem realizadas em família com bebês, papais, mamães, avós.

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Contamos, também, com uma apresentação de como utilizar o sling, que tanto facilita as tarefas do dia a dia, feita pela mamãe da Larissa, a Aline do Ateliê Aline Gomes, que confecciona, além dos slings, produtos lindos e diferenciados como babadores, almofadas, acessórios para cadeirinhas do carro, entre outros artigos especialmente desenvolvidos para bebês e suas mães.

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A ideia da festa surgiu para homenagear as mães que amamentam, apoiar e incentivar o aleitamento materno, e, este ano, divulgar o debate sobre “Amamentação e Sustentabilidade”, tema da Semana Mundial do Aleitamento Materno 2016, que tem como slogan “Aleitamento Materno: Presente Saudável, Futuro Sustentável”.

Aí lá vamos nós te convidar para refletir sobre o quanto amamentar pode contribuir para a construção de um mundo melhor. Prova disso é que o Aleitamento Materno vai de encontro aos 17 objetivos globais de desenvolvimento sustentável. Você já imaginou?

Entre estes objetivos, estabelecidos pela ONU (Organização das Nações Unidas), podemos destacar: erradicação da pobreza, fome zero, boa saúde e bem-estar, redução das desigualdades, paz e justiça. Neste cenário, lembramos que amamentar é oferecer o melhor começo de vida para os seus filhos, o que vai refletir muito no futuro deles, que terão menos diabetes, menos hipertensão, menos problemas de colesterol. Estas crianças ficarão menos doentes, faltarão menos à escola e ficarão mais preparados para aprender. Amamentar é plantar um futuro maravilhoso para seus filhos, é fazer o bem para todos e contribuir de maneira sem igual para um mundo melhor, mais sustentável, cheio de amor e muita paz.

#AmamentaçãoeSustentabilidade #ApoioestaIdeia #PromovaeIncentive

Semana Mundial do Aleitamento Materno 2016 (SMAM) debate a relação entre amamentação e sustentabilidade

2 de agosto de 2016

Com o slogan “Aleitamento Materno: Presente Saudável, Futuro Sustentável”, o tema da SMAM chama a atenção para o quanto a amamentação pode contribuir para a construção de um mundo melhor.

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Comemorada mundialmente na primeira semana do “Agosto Dourado”, mês escolhido para apoio e promoção do Aleitamento Materno, este ano o convite é para reflexão sobre o quanto amamentar vai de encontro aos objetivos globais de sustentabilidade.

Segundo a Pediatra e Consultora Internacional em Aleitamento Materno, Dra. Ana Maria Calaça Prigenzi, muitas mamães provavelmente não pararam para pensar que quando amamentam contribuem para a saúde e qualidade de vida do seu filho e, também, para a construção de um futuro sustentável e de um mundo melhor.

“Para fazer esta reflexão podemos partir de um item básico: leite materno não precisa de embalagem, ou seja, não gera resíduos ao meio ambiente. Este é só um exemplo, mas a questão é muito mais ampla e está totalmente ligada a tal sustentabilidade que tanto ouvimos falar”, destaca a pediatra.

De acordo com artigo da elaborado por Fabiana Cainé Alves da Graça (Farmacêutica, IBCLC, Membro da IBFAN Brasil) e Cláudia dos Reis Lisboa Novaes (Nutricionista, Mestre em Nutrição Humana Aplicada), “amamentar é reduzir morbidades, mortalidade, desigualdades, violência, danos ambientais. Amamentar é promover a vida e a saúde e melhorar sua qualidade, é intensificar as relações sociais, é um resgate cultural da condição humana, é segurança alimentar e nutricional, é reduzir impactos ambientais, é sustentável”.

O texto destaca ainda que a Semana Mundial do Aleitamento Materno 2016 discute a relação entre aleitamento materno e sustentabilidade e sua prática como parte essencial para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. No ano 2000, líderes mundiais e a ONU (Organização das Nações Unidades) reuniram se para definir metas cujo objetivo era promover uma parceria para a redução da pobreza extrema.

Ainda conforme o artigo, “amamentar é um ato de cidadania, indispensável à saúde humana e à preservação da espécie e do planeta. Amamentar é econômico, cultural, é orgânico, é natural, é uma prática sustentável que precisa ser apoiada, incentivada e protegida. Qualquer outra prática de alimentar crianças pequenas, principalmente as lactentes, com substitutos do leite materno impacta de forma negativa todas essas metas, dificultando seu cumprimento. Apoiar, incentivar e proteger o aleitamento materno é proteger a vida na Terra. É sustentabilidade. É direito e papel de todos”.

Programação de Peruíbe – Dia 02 de agosto, por iniciativa do Banco de Leite Humano de Peruíbe, acontecerá uma festa em homenagem às mães que amamentam, reunindo mais de 200 pessoas no Tiro de Guerra.

No Centro Clínico Peruíbe, dia 04 de agosto haverá uma programação especial para as mães e seus bebês, que participam da Clínica da Amamentação, atendimento de orientação, apoio e incentivo ao aleitamento materno.

Fica o convite! Abrace esta causa. Incentive, apoie, divulgue!